domingo, octubre 25, 2020

Presidente da FIA, Todt está em Indianápolis para assistir as 500 Milhas

Nestes tempos anormais, a visita de Jean Todt ao Indianapolis Motor Speedway é um dos aspectos que chamam a atenção durante o fim de semana das 500 Milhas de Indianápolis.

Como não há provas da Fórmula 1 neste fim de semana, o francês está no autódromo americano pela primeira vez desde que assumiu a presidência da FIA, em 2009. Durante este sábado (22), ele compareceu à reunião pública de pilotos e percorreu as instalações do autódromo, que foram renovadas no primeiro semestre do ano. As melhorias representaram os primeiros investimentos de Roger Penske desde sua aquisição do Speedway e da IndyCar, que promove o campeonato da Fórmula Indy.

O mais peculiar, talvez, é que a primeira Indy 500 de Todt não terá a pompa e o espetáculo que um evento desse tipo gera todos os anos. Pela primeira vez, devido à pandemia da Covid-19, as 500 Milhas de Indianápolis serão realizadas de portões fechados.

«É um sentimento diferente», disse Todt. “Primeiro porque se trata de uma prova em que se tem 300 mil espectadores e não ter espectadores é único. Mas sou privilegiado em vir aqui e encontrar meu amigo George Silbermann (presidente da ACCUS, representação da FIA nos EUA), Roger e toda a equipe da Indy. É absolutamente excepcional”.

“Eu disse a Roger: ‘Le Mans é uma cidade pequena que vive 24 horas, isso também se aplica a Indy.’ Indy é bem conhecida em todo o mundo pelo circuito e pela corrida estelar que é a Indy 500”.

Todt, diretor-geral da Ferrari na Fórmula 1 de 1994 a 2007, visitou o autódromo nas oito edições do GP dos EUA que aconteceram no circuito misto – atualmente parte do calendário da Fórmula Indy -, incluindo a corrida de 2005, lembrada porque apenas seis pilotos largaram devido a problemas de um dos fornecedores de pneus à época.

Mas em seu mandato como presidente da FIA, devido aos seus compromissos em circunstâncias normais, incluindo a realização de GPs de Fórmula 1 no mesmo fim de semana da Indy 500, ele nunca tinha podido comparecer ao evento. Até este ano.

A impressão geral dele sobre o autódromo é tão positiva quanto as que pilotos e donos de equipe manifestaram.

«Tenho muito respeito pelo que eles estão fazendo nestes tempos sem precedentes», disse Todt.

“É uma corrida que começou há mais de cem anos. Tive o privilégio de visitar o Museu, talvez tenham os melhores carros do planeta, o que é absolutamente fantástico, e também vi todo o trabalho do Roger Penske desde que adquiriu o autódromo em janeiro. Muito tem sido investido para tornar o circuito uma das melhores instalações do mundo”.

«Claro, estou muito animado com a corrida de amanhã, porque só a vi pela televisão.»

Todt também irá acompanhar o único piloto francês, como ele, no grid este ano: Simon Pagenaud, piloto do carro #22 da Penske, que é o atual vencedor da prova..

«Desejo a ele boa sorte. É um sujeito muito bom”, concluiu.

Texto original: Gustavo Rosso, direto de Indianápolis, para o IndyCarLatinos.com

Adaptaçao: Geferson Kern / colaborador Brasil do IndyCarLatinos.com

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