jueves, octubre 29, 2020

Hinchcliffe lidera primeiro treino para a Indy 500 com dobradinha da Andretti e Alonso no Top-5

O canadense James Hinchcliffe terminou na frente no primeiro dia de treinos para a 104ª edição das 500 Milhas de Indianápolis, disputado nesta quarta-feira (12). Hinch, que neste ano não compete de forma integral na Fórmula Indy e disputa a Indy 500 pela Andretti, liderou a dobradinha do time chefiado por Michael Andretti, já que o filho do patrão, Marco Andretti, terminou o dia como o segundo mais rápido.

“O crédito vai com força para todos da equipe Andretti, que tem uma porção de carros rápidos”, elogiou o canadense ao final do dia. “Precisamos apenas trabalhar um pouco e ter um melhor equilíbrio em grandes grupos de carros, mas eu não poderia pedir mais para o primeiro dia”, avaliou. O treino de abertura da programação para a prova do próximo 23 contou com 32 dos 33 inscritos. Ben Hanley, da DragonSpeed, foi o único a não deixar a garagem ao longo do dia.

O top5 foi completado pelo atual líder do campeonato, Scott Dixon, seguido de outro piloto da Andretti, o americano Ryan-Hunter Reay. O último no grupo dos cinco mais rápidos foi ninguém menos do que Fernando Alonso, de volta a Indianápolis pela McLaren em busca da Tríplice Coroa, após a frustração de não conseguir se classificar na prova de 2019 – quando foi eliminado pelo americano Kyle Kaiser, da Juncos, que não disputa a prova neste ano.

Entre os brasileiros, Hélio Castroneves fechou o dia com o 10º tempo e foi o segundo melhor da Penske no treino, atrás somente do atual campeão Josef Newgarden, que terminou em sexto. Já Tony Kanaan colocou o carro #14 da Foyt logo atrás, em 11º. O baiano passou parte final do treino de seis horas e meia de duração focado no acerto do carro #41, de seu companheiro de equipe Dalton Kellet.

Perda de velocidade e desempenho fora do vácuo

A volta que deu a Hinchcliffe a liderança do treino foi de 40s0844, com média de 224,526 mph (361,262 km/h). O índice aponta uma redução ao primeiro dia de treinos de 2019, quando o piloto mais rápido na ocasião, o australiano Wil Power, fechou o dia com média horária de 229,745 mph (369,659 km/h). A queda nas velocidades pode ser atribuída ao aeroscreen, que adicionou 27 kg ao peso mínimo do carro, o que será compensado no treino chamado de Fast Friday, na sexta-feira (14), com a elevação da pressão de turbo de 1,3 para 1,5 bar.

No ranking das melhores voltas feitas sem o auxílio do vácuo, a Andretti também se destacou. Alexander Rossi, 18º na classificação geral do dia, foi o mais rápido sem vácuo, com 221,951 mph de média (357,120 km/h). O vencedor da prova em 2016 foi seguido, pela ordem, dos companheiros Hunter-Reay, Hinchcliffe, Colton Herta (apenas o 22º na geral) e de Jack Harvey, que compete pela equipe Meyer-Shank, time que recebe o suporte da Andretti Technologies, empresa pertencente à escuderia que alinhará seis carros na prova do próximo dia 23.

Nesta quinta-feira (13), os carros voltam à pista para o segundo dia de treinos, que acontecerá das 12h às 18h30min (horário de Brasília). Diferente do ocorrido no dia de abertura, quando a sessão foi dividida em três partes (para pilotos que competem integralmente, novatos e pilotos que precisavam de readaptação e a parte final com todos juntos), o oval de 2,5 milhas estará aberto ao longo de todo o tempo para todos os carros inscritos.

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